sábado, 2 de maio de 2009

Prazer, meu nome é "Paradoxo"!

Acho que é por isso que me interpretam de forma errônea. Ou talvez por que é assim que querem me interpretar? Prefiro ficar com a visão otimista da coisa, a primeira.
Eu adoro a dificuldade da simetria, mas a irreverência do tortuoso me fascina. Os sabores mais extremos se confrontam para minha felicidade. As ações? Discretamente gritantes. Alarmes silenciosos. Palavras de pluma com efeito de peso. Palavras de peso carregadas pelo vento, levadas para longe. Sonhos à luz do dia, pesadelo à luz do dia, vida à noite, viva! Cuspo respostas das perguntas que já engoli. Engulo respostas das perguntas que fiz. Um som grosso e áspero me alisa. Não quero canções de ninar ao dormir. Respirar é consequência. Expirar é viver, jogar pra fora. O belo me parece tão tosco, o disforme é tão atraente. Meu céu é vermelho. Meu inferno é azul. Passeio pelas pedras cantando. E é sobre a grama verde que eu piso. Uma egoísta que ajuda. Uma altruísta que massacra. E quando os extremos devem ser evitados, um olhar bizantino me é bastante útil.

2 comentários:

Anônimo disse...

Toda torta.
=)
adoro tu menina.

Agnes disse...

Literalmente paradoxo.
que aos poucos você em um simples texto diz tudo e diz nada ao mesmo tempo.
um texto em que confunde e clareia a mente da gente.