sábado, 16 de maio de 2009

Dance, dance, dance...

Felicidade. As pessoas procuram muito por isso aí. Uns correm atrás em uma perseguição incansável. Outros apenas olham para o lado e a encontram. Alguns querem apenas saber que bicho estranho é esse. Mas o que é isso mesmo? Uma forma de estar ou de ser? Realizar-se ou fazer-se? Alcançar ou ter? Viver? Sentir?
Para uns autores, o homem vive em função de seus desejos e prazeres. Ou ainda para sentir-se bem com àquilo que ele quer pra si. Pode ser também, uma caçada de algo alheio a ele, para sentir-se completo. É tudo igual, sempre, só muda de endereço.
O fato é que procuram tanto a felicidade, que imagino que esse é o ápice do que seria bom para o ser. Acontece que se a felicidade fizer um homem completo, ele não terá mais o que procurar, ou o que sentir, ou o que querer ser, e aí tudo acaba, e tudo perde a graça. Não estou aqui dizendo que devemos ser tristes, pelo contrário, devemos encontrar a felicidade, dar um abraço e chamá-la para um chá, talvez ela fique para o jantar, quem sabe durma com você, e se ela gostar, talvez more com você uns dias, mas ela se cansa e vai embora, pra voltar de novo quando "der na telha".
É isso mesmo, devemos fazer planos, devemos sonhar um pouco, mas sem a obsessão de encontrar a felicidade como algo eterno em nossas vidas. Ela está por aí. Ela vem e passa. E isso é que faz dela interessante e tão desejada. A luz não seria notada se não surgisse em meio as trevas.
Agora vou dançar com minha amiga nômade, a felicidade, enquanto ela ainda está no ritmo da minha música.

:D

Um comentário:

de Sá disse...

Bem, eu poderia dizer assim: existe a felicidade das pequenas coisas, é aquela que temos todos os dias, mas por ser constante ninguém liga pra ela. Existe a felicidade das coisas grandes, são aqueles momentos que você sabe e sente que está feliz e quer isso pra sempre! Mas ela é menos comum e todos a querem sempre, como um vício.
E por fim a ausência de felicidade (não é a tristesa, pois mesmo na felicidade existe a tristesa: vide saudade). Acho que nessas horas é que todos querem a felicidade das coisas grandes mais do que nunca, mas dependendo do tempo sem felicidade, algumas pessoas percebem a felicidade das coisas pequenas, acho que aí que elas descobrem o que é realmente ser feliz.

Olha que filosofia de boteco!! ^^^
Bjus parenta!!