domingo, 12 de julho de 2009

Estrela de nêutrons

Densa, cheia de tudo,
mais para dentro de si,
e com o peso do mundo
em uma colher...

Todo a força, aumenta
para chegar ao zero,
e quando não mais sustentar,
explodir.

Meus polos contrários
se condensam em mim,
para me transformar
e me trair, no fim.

No fim, onde a maior força
aparece e cresce,
e mostra o brilho, que
viaja para sempre.



OBS:A analogia só faz algum sentido, se souber o que é estrela de nêutrons.

Um comentário:

de Sá disse...

Poema com conhecimento científico?
Que foda! AUhauhauHAuAuhA...
Mas deu pra entender sem precisar ler o artigo da Wikipedia.
=-****